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Descrição

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WHO /Sergey Volkov

Tratamentos para abscesso mamário em mulheres lactantes

Resultados principais

Esta revisão encontrou que dados sobre tratamento para abscesso mamário durante aleitamento materno são escassos, de baixa qualidade e mal relatados. Não foi possível conduzir nenhuma meta-análise.

Quando comparadas aspiração por agulha, incisão e drenagem:

  • Falha de tratamento foi mais comum em mulheres submetidas à aspiração por agulha.
  • O tempo de resolução foi mais rápido entre as mulheres tratadas com aspiração por agulha, mas este não incluía pacientes com falha no tratamento, fazendo com que tal resultado não tenha sido considerado esclarecedor pelos autores.
  • Mais mulheres ficaram satisfeitas com o tratamento de aspiração por agulha.

Um estudo comparou ausência e emprego de antibióticos no momento da cirurgia, e não houve diferenças entre os grupos para o tempo de resolução do abscesso, falha de tratamento e infecção da ferida.

Evidências incluídas nesta revisão

Foram incluídos quatro ensaios pequenos envolvendo 325 mulheres no total. Os estudos foram conduzidos na Turquia, Paquistão e Índia. Três estudos compararam aspiração por agulha com incisão e drenagem, e um estudo comparou o uso e não uso de antibióticos no momento da incisão e drenagem.

Avaliação de qualidade

A qualidade foi considerada baixa em todos os estudos. O risco geral de viés ficou pouco esclarecido devido à ausência de dados.

Implicações clínicas

Não há evidência suficiente para produzir conclusões claras sobre a melhor maneira de manejar o abscesso mamário durante aleitamento materno. A aspiração por agulha pode ter menor taxa de sucesso, mas é capaz de ser realizada sem hospitalização.

Tênis Coca Coca Cola Preto Miami Tênis Suede Miami Cola Pesquisas futuras

Para que seja possível orientar políticas sobre o manejo adequado dos abscessos mamários durante o aleitamento materno são necessários mais estudos de alta qualidade metodológica, com amostragem e força adequadas. São tópicos necessários para abordagem em ensaios futuros: técnica e uso de antibióticos, sucesso do tratamento, tempo de resolução, manutenção da amamentação, análise de custo, comorbidades e satisfação das mulheres com os procedimentos.


Revisão Cochrane

Citação: Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. Cochrane Database of Systematic Review 2015, Issue 8. Art. No.: CD010490. DOI: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.

Resumo

São amplamente conhecidos os benefícios do aleitamento materno, e a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses de vida e continuação do aleitamento até os dois anos de idade. No entanto, muitas mulheres encerram o aleitamento devido aos abscessos mamários. Um abscesso mamário é um acúmulo de fluidos infectados localizado no tecido da mama. Os abscessos são comumente tratados com antibióticos, incisão e drenagem (I&D) ou aspiração com agulha guiada por ultrassom, mas não há consenso sobre o melhor tratamento.

Avaliar os efeitos de diferentes tratamentos para o manejo de abscessos mamários em mulheres lactantes.

Foram pesquisados os Registros de Ensaios do Grupo Cochrane de Gravidez e Parto (27 de fevereiro de 2015). Adicionalmente, foram pesquisados os portais African Journals Online (27 de fevereiro de 2015), Google Acadêmico (27 de fevereiro de 2015), Base de Dados de Dissertações e Teses ProQuest (27 de fevereiro de 2015), e a Plataforma Internacional de Registros de Ensaios Clínicos da OMS (ICTRP, na sigla em inglês) (27 de fevereiro de 2015). Foram checadas as listas de referências dos estudos encontrados e contactados os especialistas na área assim como companhias farmacêuticas relevantes.

Foram incluídos ensaios clínicos randomizados (ECRs) investigando qualquer intervenção para o tratamento do abscesso mamário durante a lactação em comparação com qualquer outra intervenção. Estudos publicados em formato de resumo, ensaios clínicos quasi-randomizados e randomizados por conglomerados não eram elegíveis para inclusão.

Dois autores da revisão avaliaram os estudos de forma independente para inclusão, avaliaram risco de viés e realizaram a extração dos dados. Os dados foram checados para acurácia.

Seis estudos foram incluídos. Em geral, os ensaios tinham risco de viés incerto para a maioria dos domínios devido à pobreza de informações reportadas. Dois estudos não estratificaram dados entre abscessos mamários em lactantes e não-lactantes, e estes estudos não contribuíram com os resultados. Esta revisão está embasada em dados de quatro estudos com 325 mulheres.

Aspiração com agulha (com e sem ultrassom de guia) versus incisão e drenagem (I&D)

Tempo médio (dias) para completa resolução do abscesso mamário (três estudos) - houve considerável heterogeneidade entre estes dados (Tau2 = 47,63; I2 = 97%) e uma clara diferença entre os subgrupos (com ou sem guia por ultrassom; Chi2 = 56,88; I2 = 98,2%; P = < 0,00001). Estes dados não foram agregados em metanálise. Dois estudos excluíram mulheres que tiveram falha no tratamento quando calculado o tempo médio para completa resolução. Um estudo encontrou que o tempo para completa resolução do abscesso mamário favoreceu a aspiração por agulha em detrimento da I&D (diferença média (DM) -6,07; 95% de intervalo de confiança (IC) -7,81 a -4,33;n=36), mas excluiu 9/22 (41%) das mulheres do grupo de aspiração por agulha devido à falha de tratamento. Outro estudo informou resolução mais rápida no grupo de aspiração por agulha (DM -17,80; 95% IC -21,27 a -14,33; n=64), mas excluiu 6/35 (15%) das mulheres do grupo de aspiração por agulha devido à falha de tratamento. Um terceiro estudo também informou que aspiração por agulha foi associada com menor tempo para resolução completa do abscesso de mama (DM -16,00; 95% IC -18,73 a -13,27; n=60); no entanto, os autores não indicaram o número de mulheres perdidas durante o seguimento, em ambos os grupos, e não está claro quantas mulheres contribuíram para este resultado. Considerando as limitações dos dados disponíveis, estes resultados não foram considerados como informativos.

Continuação do aleitamento materno, após tratamento (de sucesso): os resultados favoreceram o grupo de aspiração por agulha, mas os dados destes dois estudos não foram agrupados dada sua considerável heterogeneidade não explicada (I2 = 97%). Um estudo informou que mulheres no grupo de aspiração por agulha tiveram maior probabilidade de continuar amamentando (risco relativo (RR) 2,89; 95% IC 1,64 a 5,08; n=60), enquanto o outro estudo não encontrou diferenças (RR 1,09; 95% IC 0,97 a 1,22; n=70).

Falha de tratamento foi mais comum entre mulheres tratadas com aspiração por agulha em comparação com aquelas submetidas à I&D (RR 16,12; 95% IC 2,21 a 117,73; dois ensaios; n=115; evidência de qualidade baixa). Em um estudo, tratamento com aspiração por agulha falhou em 9/22 mulheres, as quais, posteriormente, foram submetidas à I&D para tratar seus abscessos mamários. Em outro estudo, o tratamento om aspiração por agulha falhou em 6/35 mulheres, as quais, posteriormente foram submetidas à I&D. Todos os abscessos no grupo de I&D foram tratados com sucesso.

Os estudos incluídos forneceram dados limitados para os desfechos secundários desta revisão. Não foram informados dados sobre eventos adversos. Um estudo (60 mulheres) informou que as mulheres do grupo de aspiração por agulha tiveram maior satisfação com o tratamento do que aquelas que receberam I&D.

Incisão e drenagem (I&D) com ou sem antibióticos

Um estudo (150 mulheres) comparou o desempenho da adição de cefalosporina de amplo espectro (dose única ou tratamento) em mulheres submetidas à I&D para tratar abscesso mamário.

O tempo médio para resolução do abscesso foi similar em todos os grupos (embora tenham excluído mulheres com infecção). O tempo médio para resolução em mulheres que receberam tratamento antibiótico foi de 7,3 dias; e de 6,9 dias para mulheres que receberam dose única de antibiótico; e de 7,4 para mulheres que não receberam antibióticos. Desvios padrão, valores de P e ICs não foram informados e impediram análises subsequentes. Não foram informados dados sobre qualquer continuação da amamentação após tratamento (de sucesso). Para falha de tratamento, não houve diferença clara entre os grupos de mulheres que receberam antibióticos (tanto em dose único como tratamento) e aquelas que não receberam (RR 1,00; 95% IC 0,36 a 2,76).

Os estudos incluídos continham informações escassas quanto aos desfechos secundários desta revisão (incluindo eventos adversos). Para complicações/morbidades pós-operatórias , não houve diferença no risco de infecção de ferida entre os grupos com e sem antibiótico (RR 0,58; 95% IC 0,29 a 1,17), independentemente se em dose única ou tratamento alongado.

Não há evidência suficiente para determinar se a aspiração por agulha é mais efetiva do que I&D, ou se a antibioticoterapia deveria ser adicionada como rotina para mulheres submetidas à I&D. Teve baixa qualidade a avaliação da evidência para o desfecho primário de falha de tratamento, devido à inclusão de estudos pequenos com poucos eventos e risco de viés incerto.

Este resumo RHL deve ser citado como: WHO Reproductive Health Library. Treatments for breast abscess in breastfeeding women: RHL summary (last revised: 26 November 2015 ). The WHO Reproductive Health Library; Geneva: World Health Organization.